Resenha: Convergente

domingo, 1 de outubro de 2017


Título: Convergente
Autor(es): Veronica Roth
Editora: Rocco
Ano: 2013
Idioma: Português BR
Páginas: 528

Sinopse: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.




Antes de começar o livro, eu já havia lido algumas opiniões acerca dele e sabia que muitas pessoas não gostaram tanto assim do último livro da trilogia Divergente. Felizmente, não concordei.

Ele é, sim, bem diferente dos anteriores. Pensei muito a respeito disso, se era a história que tinha perdido força, e então percebi que, assim como os personagens, eu havia me apegado muito ao sistema de facções. Mesmo sabendo o quão absurdo e violento era, separar as pessoas em grupos como se fossem peças de uma máquina que deveria se manter continuamente trabalhando. Aquele mundo era opressivo. Mas quando o sistema é derrubado, é estranho e talvez até um pouco sem graça. Eles deixam de ser peças para se tornarem seres humanos, sem facções os separando. Isso é tão estranho para os personagens, que só conheciam aquilo, quanto para o leitor, que passou quase mil páginas dos dois primeiros livros imerso naquele mundo. A leitura flui muito bem, muitas coisas acontecem (muitas coisas mesmo, eles não param nunca!) e não há enrolação.

Vi que o final desagradou muita gente, porém eu achei muito sensato e coerente que terminasse da forma como terminou. Simplesmente fez sentido.

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